O jornal Folha de São Paulo publicou sobre o surgimento de uma nova bactéria que atingiu alguns australianos vindos da Índia, e outros casos de infectados na Europa. Ela chama-se NDM-1 e possui uma forte resistência aos antibióticos. A matéria informa que, provavelmente, a NDM-1 já tenha causado diversos óbitos nos países em desenvolvimento, onde é mais difícil constatar dados reais, como o nosso.
O uso indiscriminado de diversas medicações, além dos agrotóxicos vindos do plantio de frutas e verduras, são os grandes vilões da história. Cada vez mais as pessoas se automedicam. “Se ‘Fulano’ sentiu uma dor parecida com a dor de ‘Beltrano’é só tomar o mesmo remédio Y que ficará bom”. É mais fácil ir à farmácia que marcar um profissional de saúde. Estes, por sua vez, mau se aproximam do paciente ou fazem algum questionamento (anamnese). Simplesmente repassam a medicação acordada com os farmacêuticos. Claro, não são todos.
Agora virou moda tomar vacina para tudo. Vacina para gripe A, gripe B, gripe C, meningite... Eu, mesminha, não coloco nenhum destes vírus em meu corpo. Houve casos no interior da Bahia de pessoas passando muito mal após ter recebido a vacina da H1N1.
Trabalhei numa farmácia por um período, mas tive que me demitir. Sofria na alma, ter que indicar coisas químicas no balcão, ou vender “bombas hormonais” a jovens ignorantes em prol do capitalismo.
Meu avô recebeu tanta medicação antes de falecer que, quando precisamos exumar o corpo e transferir para o ossuário, simplesmente não foi possível. Nem os vermes querem estas drogas.
Aliás, sou uma pessoa completamente antidroga. Nem remédio para dor de cabeça costumo engolir. Mas diversas pessoas próximas a mim simplesmente chegam na farmácia para fazer compras: remédio para dormir, para acordar, para relaxar, para a digestão, para uma provável febre ou um eventual mal estar... Conheço um homem que só viaja com uma farmácia ambulante, maior que sua nécessaire.
Mas o que vale é anestesiar, não é mesmo? Anestesiar por dentro e por fora. E que os Deuses nos ajudem!
Adoro ler seus textos, acho simplesmente sua cara. Leve e gostoso de ler.
ResponderExcluirLarissa Boaventura. http://onlylari.zip.net/
Bem, detesto vacinas e de alguns tratamentos alternativos, com a urinoterapia (nada pessoal)... Rss. Porém sou defensora contumaz dos frascos e comprimidos. O medo da morte e a inútil tentativa de afastá-la, isto sim, me apavora. mesmo porque existem vários outros tipos de drogas lícitas e elícitas. Quem nunca as expreimentou: atire a primeira pedra.
ResponderExcluirOuvi algo no fantástico sobre a irresponsabilidade da automedicação. Sou viciada em chás. Qualquer mal estar, tipo cervejinha a+, não tem outra: boldo, carqueija, lima etc. Agora se não surtir efeito corro para as drogas. A verdade é que eu nunca contei a Vcs que tb sou graduada em medicina rsrsrs. E assim caminha a humanidade..
ResponderExcluirBjus