Há muito tempo que não saio de casa para curtir a “night” na rua. Geralmente vou a locais sossegados como restaurantes ou bares de bairro com minhas amigas, ou acabamos proseando em casa mesmo. Mas, na sexta passada, recebi o convite de um candidato a candidato e não pude resistir.
Saí do trabalho 18 horas, super tarde em relação ao horário normal, que é 17:30, quando pego ônibus Ondina/Garcia em direção a faculdade para a aula de 18:30. Como não ia para faculdade, fiz o caminho inverso. Meu povo o que é aquilo!! Quilômetros de engarrafamento... Gastei uma hora do ISBA até o Mercado do Peixe e o ‘candidato’ nem havia saído de casa. Azul de fome, eu estacionei no Suco 24horas para comer e aguardar ele chegar. Sinceramente, o sanduíche demorou mais que ele.
Bem alimentada e agora acompanhada, fomos tomar umas cervejinhas no Largo da Cira.
Que doideira aquele bar cheio, tem uns toldos na sua cabeça que impedem a fumaça dos cigarros circular, carros com som no volume máximo tocando ritmos baianos frenéticos e alucinantes, vidros no chão, piriguetes requebrando, caras rebolando, meninos de rua brigando, garotas de programa aplicando e ambulantes diversos... Mais também tinham turistas, famílias, casais, cerveja gelada, e a companhia estava agradável.
Coloquei na minha cabeça que jornalista que é jornalista precisa aprender a estar em todas e observar os diversos tipos de movimentações. Mas, sinceramente, chegou um momento que eu não suportava mais aquele lugar... Até que meu Santo ouviu minhas preces e a Skol acabou. Que feliz! Só tínhamos bebido 3 cervejas e parecia que eu estava ali há décadas... ‘Vamos mudar de bar!’
No caminho, mais prosas, ele pegou na minha mão com carinho e eu não precisava mais falar gritando... Começou a melhorar. Chegamos à Dinha: Ambiente aberto, o vento do mar batendo, sem som alto, pessoas alternativas, garotas panfletando festas eletrônicas, o pessoal do Semcine numa mesa, músicos conhecidos dele em outra, cerveja geladíssima também e bom atendimento. Nós estávamos mesmo era no lugar errado! Mas nem eu e nem ele tínhamos o costume de sair assim pelos bares.
Ainda tinha ambulantes e alguns malucos que pediam grana, eu esvaziei meu porta moedas na mão de um tatuado na cadeira de rodas que não tinha as mãos e queria um trocado mesmo era para beber. Pois é né, se a gente pode porque eles não? O legal é que briga somente a dos guris no bar anterior. As pessoas celebram da forma que podem, o importante é não deixar de celebrar nunca e ir tentando ser feliz. O melhor ainda meeeesmo é que o candidato virou namorado e agora tenho companhia para me aventurar mais vezes por aí.
Hummmm,
ResponderExcluirO candidato está deixando uma mensagem aqui!
Valeu pela sexta e pelo texto que remete a história real do casal.
Beijos!!!
Bem, Amiga!
ResponderExcluirDa próxima vez, você pode me contratar como vidente... Só cobrarei uma taça de vinho,
Celebremos o amooooorrrrrrrrrrrrr,
Bjs
Os bares de Salvador estão um inferno, lotados e cheio de confusão. Mas o importante é você ser feliz mesmo, procurar um lugar que tenha sua cara, demora mas vocÊ acha. E que bom que você está namorando, essa confusao toda vez vocÊ encontrar um novo amor, então viva!
ResponderExcluirhttp://onlylari.zip.net/